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Jovem defesa formado nas escolas
do GD Chaves, fez uma excelente primeira época no Olhanense,
revelando uma enorme regularidade numa equipa bastante irregular,
que só fugiu à descida no final do campeonato. Venceu mesmo o
troféu instituído pelo jornal do clube que premeia o "mais
profissional dos profissionais".
Na segunda temporada de rubro-negro foi menos utilizado e, logo,
esteve menos regular, devido a algumas lesões e por ter sido
"tapado" pela preferência dos treinadores em relação aos
experientes Mário Artur e Xavier.
No terceiro ano em Olhão, o da subida, foi dos mais utilizados (chegou até
a jogar como "trinco"), e as partidas que não disputou foram,
quase sempre, por lesão. Na Liga de Honra voltou a ser uma pedra
fundamental na defesa, ao lado do experiente brasileiro Paulo
Sérgio ou fazendo "tripla" de centrais com outro brasileiro,
Anselmo (esquema táctico adoptado pelo Olhanense preferencialmente
nos jogos fora de Olhão).
Na quinta época de rubro-negro foi, novamente, dos jogadores mais
utilizados e dos mais regulares. Em 2006/07 regressou a Chaves, clube
onde fez praticamente a sua formação, e em 2007/08 prosseguiu
a sua carreira na 2.ª Divisão do Chipre.
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