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Extremo-direito "internacional" angolano
conhecido do grande público pelas quatro épocas no escalão maior
pelo Salgueiros. Foi várias vezes considerado uma "promessa", nunca
confirmando por completo. Após a passagem por Vidal Pinheiro
representou clubes de escalões inferiores, voltando ao seu país de
origem em 1999 para representar um "grande" de Luanda, o ASA.
Aos 32 anos voltou a Portugal, numa das várias contratações do Olhanense
para tentar escapar à descida de escalão (em 2001/02). Foi uma
aposta forte de Vitor Urbano na excelente ponta final de campeonato.
Numa época bastante problemática as exibições do médio-ala foram alvo de
algumas críticas do público rubro-nero.
Na derradeira e decisiva partida do campeonato, frente ao Operário dos
Açores, Joni marcou o primeiro golo da partida, e acrescentou aos
festejos um gesto bastante feio na direcção dos associados rubro-negros,
respondendo assim a algumas "bocas" e assobios oriundas da bancada.
Foi um gesto pouco digno, pois ao tentar
responder a alguns adeptos que o assobiavam, insultou toda uma massa
associativa. Provavelmente os adeptos que apreciavam as suas
qualidades como futebolista deixaram de fazê-lo após esse
acontecimento. Foi substituído ao intervalo dessa partida e não
renovaria o vínculo contratual com o clube.
Regressou a Angola para representar outro grande clube de Luanda,
desta feita o Petro Atlético, e no final do ano o técnico
caboverdeano Carlos Alhinho (que chegou a orientar a Selecção
Angolana, e que já o havia levado para o ASA) levou-o para a sua equipa no Qatar.
Regressaria depois ao seu país de origem, actuando em várias formações
do "Girabola". |