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Domingo, 13 de Maio de 2007 ]
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29.ª
JORNADA - II LIGA DE HONRA
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OLHANENSE, 2 - RIO AVE, 0
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Estádio
José Arcanjo, em Olhão
Árbitro: Carlos Xistra (AF Castelo Branco)
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OLHANENSE:
Bruno Veríssimo; Bruno Mestre, Vasco
Fernandes, Dorival e Hugo Luz; Marco Couto e
Alexandre (Loukima, 56'); Marco Airosa (Ricardo
Silva, 63'), Mbida Messi e Branquinho (Gomis,
52'); Djalmir;
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RIO
AVE: Mora; Ricardo Jorge,
Danielson, Bruno Mendes e Milhazes; Niquinha,
André Vilas Boas e Delson (Laércio,
77'); Evandro (Fábio Coentrão,
57'), Chidi e Ronaldo (Keita, 65');
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SNU:
Mijanovic (GR), Diogo Cunha, Narcisse e David
Nunez
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SNU:
César (GR), Gama, Sanson e Costé
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TREINADOR:
Álvaro Magalhães |
TREINADOR:
João Eusébio |
| Amarelos:
Marco Couto (46') |
Amarelos:
André Vilas Boas (06') e Delson (53') |
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Vermelho:
Danielson (21') |
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GOLOS
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1-0
por Djalmir (73')
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2-0
por Djalmir (84')
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OUTROS
JOGOS DA JORNADA
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| PENAFIEL |
1 |
FEIRENSE |
0 |
| VIZELA |
0 |
TROFENSE |
0 |
| O.
MOSCAVIDE |
1 |
LEIXÕES |
2 |
| VARZIM |
2 |
ESTORIL |
1 |
| GONDOMAR |
0 |
V.
GUIMARÃES |
2 |
| G.
VICENTE |
0 |
PORTIMONENSE |
0 |
| CHAVES |
0 |
SANTA
CLARA |
4 |
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CLASSIFICAÇÃO
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RECORTES
DE IMPRENSA
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ALGARVIOS
FORAM MAIS EFICAZES
Despedida
vila-condense sem brilho
Em:
"Record" (www.record.pt)
Por: Armando Alves
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O Rio Ave disse ontem adeus à subida,
num jogo de fraca qualidade, no qual os vila-condenses,
que precisavam de ganhar, cedo ficaram reduzidos
a 10 unidades, por expulsão de Danielson.
Ainda assim, os forasteiros criaram várias
oportunidades, todas desperdiçadas,
para, já na ponta final, acusarem o
desgaste, vindo a sofrer um golo num erro
de Bruno Mendes bem aproveitado por Djalmir.
O tento surgiu quando a turma de Olhão
estava com 10 (lesão de Bruno Mestre,
que voltou ao campo limitado), e a partir
daí o Rio Ave deixou de acreditar,
sofrendo novo golo.
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Rio
sempre a descer
Em:
"O Jogo" (www.ojogo.pt)
Por: Manuel Luís
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Descansado na tabela classificativa, para
vencer o candidato Rio Ave o Olhanense só
teve de contar com as falhas no momento da
verdade dos avançados forasteiros Chidi,
Keita e Fábio Coentrão e os
deslizes da defensiva dos pupilos de João
Eusébio, que mais pareciam estar com
a cabeça em Gondomar. Pagou cara a
factura da sua "ausência"
a equipa visitante, já que, reduzida
a dez elementos logo aos 21' pela expulsão
de Danielson, teve pela frente uma equipa
matreira, especialmente na segunda metade,
onde o artilheiro Djalmir, com a sua habitual
codícia nas jogadas de contra-ataque
puro, fez miséria ao marcar os dois
golos da vitória dos leões de
Olhão. E assim se afogaram as pretenções
de subida do Rio Ave, que ontem somou a...
quarta derrota consecutiva.
Álvaro Magalhães, técnico
do Olhanense:
"Não foi aqui que o Rio Ave
perdeu a subida. Gostava de continuar em Olhão
mas é preciso rever várias situações"
João Eusébio, técnico
do Rio Ave:
"Acabou um sonho. Há sete jogos
que jogamos com menos um elemento, mas não
foi aqui que falhámos a subida"
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VILA-CONDENSES
INEFICAZES NO ATAQUE
Querer
não foi poder
Em:
"A Bola" (www.abola.pt)
Por: João José Pedro
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Cajuda
ao filho da terra!
Em: "Região
Sul" (www.regiao-sul.pt)
Por: Edgar Pires
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O Olhanense deu uma grande ajuda ao filho
de Olhão Manuel Cajuda que, ao comando
do Vit. Guimarães, venceu em Gondomar
e, beneficiando da vitória dos algarvios
sobre o Rio Ave, assegurou o regresso dos
vimaranenses ao principal escalão do
futebol português.
Aliás, foi contra o Olhanense que Cajuda
se estreou no Vitória (perdeu em Olhão)
e será contra o Olhanense que, na última
jornada da prova, em casa onde nesta
época as assistências têm
sido superiores a 20 mil pessoas , os
adeptos vão festejar a subida à
Liga.
No jogo contra o Rio Ave, os rubro-negros
estiveram em superioridade numérica
durante um bom período mas os vila-condenses
mereciam melhor sorte, uma vez que falharam
as principais ocasiões de golo.
A primeira parte foi relativamente equilibrada,
com nota mais para o Rio Ave, que revelou
pouca eficácia na hora de atirar à
baliza de Bruno Veríssimo. Aos 9 minutos,
Milhazes tentou um canto directo mas a barra
impediu-o de abrir o marcador, no primeiro
lance de grande perigo da partida.
O "caso do jogo" aconteceu aos 22
minutos, quando Branquinho se isolou em direcção
à baliza de Mora e foi derrubado pelo
defesa do Rio Ave, Danielson, perto da grande
área. Carlos Xistra não teve
outro remédio senão o de expulsar
o brasileiro.
Apesar da inferioridade numérica, o
Rio Ave não se atemorizou nem baixou
os braços, voltando a estar perto do
golo aos 25 minutos, quando Chidi, sem oposição
dentro da área, cabeceou por cima.
Os vila-condenses entraram com a mesma disposição
ofensiva na segunda metade, mas às
oportunidades criadas não lhes valeu
a eficácia.
Em cinco minutos, dois lances incríveis:
aos 62', Vasco Fernandes tirou sobre a linha
um remate de Bruno Mendes e, na recarga, Fábio
Coentrão (que, no próximo ano,
jogará no Benfica) atirou por cima;
e aos 67', Keita desperdiçou nova flagrante
ocasião.
O Olhanense respondeu aos 72 minutos, quando
chegou pela primeira vez com perigo à
baliza de Mora no segundo tempo: Messi, isolado
na direita, correu em direcção
à baliza e viu o seu remate ser defendido
pelo guardião espanhol.
Nessa altura, já os rubro-negros jogavam
com dez elementos: Bruno Mestre recebia assistência
médica, tendo entrado depois a fazer
figura de corpo presente e saindo após
o segundo tento.
Aos 74 minutos, o primeiro golo da tarde,
por Djalmir, que aproveitou um erro de Bruno
Mendes, recuperou a bola e correu até
à grande área, onde não
teve dificuldades para abrir o marcador.
Contra a corrente do jogo, o Olhanense chegava
ao golo e o Rio Ave, a partir daí,
começou a baixar os braços,
uma vez que os resultados dos outros jogos
não eram positivos.
E foram os da casa a alargar a vantagem, aos
85', com Djalmir a marcar o 13.º golo
da temporada, a passe de Messi, destacando-se
como segundo melhor marcador da Liga de Honra.
Álvaro Magalhães lamentou que
o Rio Ave não tivesse assegurado os
seus objectivos mas, disse, "não
foi aqui que o clube perdeu a subida".
"Terminamos a época em beleza,
com três vitórias consecutivas
e um triunfo em casa", acrescentou.
Quanto à continuidade em Olhão,
está tudo em aberto: "Gostaria
de continuar, mas para isso é preciso
que haja outras condições."
O técnico do Rio Ave, João Eusébio,
lamentou o fim do "sonho". "Entrámos
bem no jogo, tivemos as melhores oportunidades
mas falhámos. Com dez e a perder, era
difícil dar a volta aos acontecimentos."
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Olhanense
mais eficaz
Acabou
sonho do Rio Ave
Em:
"Correio da Manhã" (www.correiodamanha.pt)
Por: Armando Alves
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Ao bater o Rio Ave, por 2-0, o Olhanense despediu-se
da melhor forma dos seus adeptos, no último
jogo da época em casa, e decidiu as
contas da subida, pois os vilacondenses (quarta
derrota consecutiva) deixaram de poder chegar
a um dos dois lugares da frente.
Numa jornada de festa (abrilhantada pela entrega
da taça de campeões do Algarve
aos juvenis), os jogadores surgiram em campo
com uma camisola apelando à continuidade
do actual presidente (Fica Nóbrega)
e em redor do campo viram-se inscrições
com o mesmo sentido, mas Carlos Nóbrega
mostra-se irredutível. As manifestações
de carinho deixaram-me sensibilizado. Porém,
em devido tempo não foram criadas as
condições necessárias
para que continuasse e agora não há
possibilidade de voltar atrás. Os prazos
foram ultrapassados.
Quanto ao jogo, o Rio Ave, que precisava de
ganhar, ficou desde cedo condicionado, devido
à expulsão de Danielson (derrubou
Djalmir, na zona frontal, quando não
tinha nenhum companheiro nas costas), mas,
ainda assim, a turma vilacondense lutou com
bravura, dispondo de várias oportunidades
para abrir a contagem.
Não aproveitou nenhuma e, à
entrada para os minutos finais, ficou permeável
ao contra-ataque do Olhanense. Um erro de
Bruno Mendes foi bem aproveitado por Djalmir
e, aí, o Rio Ave atirou a toalha ao
chão, com Djalmir, o melhor marcador
dos algarvios, a aproveitar um cruzamento
de Gomis, da direita, para estabelecer a conta
final.
Já depois do banho, Marco Airosa e
Milhazes, que se haviam pegado
no jogo, voltaram a desentender-se, mas foram
separados.
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Em:
"Mais Futebol" (www.maisfutebol.iol.pt)
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Obrigado a vencer para manter acesa a chama
da subida, o Rio Ave acusou em demasia a responsabilidade,
cometendo muitos erros que originaram a quarta
derrota consecutiva, acabando de vez com o
sonho da subida.
Num jogo em que o domínio lhe pertenceu,
faltou aos jogadores comandados por João
Eusébio frescura mental em momentos
decisivos. Mais sereno, o Olhanense soube
aproveitar essa fraqueza para vencer o jogo.
Com atitude ofensiva, o Rio Ave tomou as rédeas
da partida, encontrando pela frente uma equipa
descansada, que também entrou disposta
a discutir o resultado. Esse espírito
ofensivo que as duas equipas levaram para
o relvado do Estádio José Arcanjo
não foi sinónimo de muitos lances
de perigo para as duas balizas. O acerto defensivo
levou a melhor sobre as intenções
dos atacantes, e raramente o cheiro a golo
foi muito efectivo no primeiro período.
Aliás, só por duas vezes poderia
haver festejos e para os jogadores do Rio
Ave, com Milhazes, de canto directo a acertar
na barra, e Chidi a falhar de cabeça
uma boa situação. Para debilitar
ainda mais o estado emocional da equipa de
Vila do Conde, aos 21 minutos, Danielson agarrou
Djalmir quando este se isolava em direcção
à baliza, e foi expulso.
Até meio da segunda parte, o quadro
geral do jogo não se alterou, com o
Rio Ave a jogar contra o tempo e a continuar
a falhar ocasiões para dar outro final
à história. Bruno Mendes e Fábio
Coentrão (61 minutos) e Keita (67 minutos)
foram os protagonistas.
Aos 72 minutos, o Olhanense conseguiu incomodar
Mora pela primeira vez, por Djalmir, mas o
lance seria anulado por fora-de-jogo. Foi
o aviso para o final da história, com
o Olhanense a aproveitar o desesperado avanço
territorial do Rio Ave, para lançar
venenosos contra-ataques, como aconteceu no
segundo golo. Antes, aos 73 minutos, Bruno
Mendes foi infeliz a cobrir a bola, sendo
desarmado por Djalmir, que se isolou e correu
para a inauguração do marcador.
Erros fatais que tiveram um custo muito elevado.
«Houve dignidade dos meus jogadores»,
diz Álvaro Magalhães
Álvaro Magalhães, treinador
do Olhanense, depois da vitória sobre
o Rio Ave, na 29ª jornada, que afasta
os vila-condenses da subida de divisão:
«Houve dignidade da nossa equipa.
Os meus jogadores estão de parabéns.
Jogamos sempre para ganhar. Defrontámos
uma equipa forte colectivamente, com boas
individualidades... Preparámos a equipa
para vencer o jogo. É triste perder,
o Rio Ave merecia subir, mas Leixões
e V. Guimarães também.»
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